Texto 1 de 2
Aprendemos desde cedo que a linguagem verbal serve para comunicar e frequentemente dizemos que o importante é a comunicação. Quando se fala em comunicação, muitas vezes, pensamos que se está falando na transmissão de informações. Comunicar não se limita, entretanto, a transmitir informações. Realmente, há momentos em que desejamos apenas fornecer uma informação, mas, muito frequentemente, temos outros objetivos, como: dar uma ordem, expressar um sentimento, fazer um pedido, exercer algum tipo de influência, fazer o outro mudar de opinião...
O ser humano vive em sociedade, isto é, fazemos parte de grupos sociais e agimos em conjunto com nossos semelhantes; interagimos. Na verdade, é para interagir que nos comunicamos, falamos e escrevemos. Por isso, não podemos nos esquecer de que a comunicação, ou a interação, envolve mais do que simplesmente informação; envolve, sobretudo, alguma forma de ação sobre o outro.
Fonte: Ana Lúcia Tinoco Cabral. A força das palavras. São Paulo: Editora Contexto, 2010, p. 10-11 (com adaptações).
Texto 2 de 2
costureira há mais de 20 anos em uma empresa de pequeno porte enquadrada no grau de risco 2. Ela compareceu ao ambulatório de doenças ocupacionais com quadro de dor na região do processo estiloide do rádio à direita, com irradiação para o membro superior direito. Ao exame, apresentava dor à pronossupinação de punho direito, dificuldade para apreensão de objetos com a mão direita e sinal de Finkelstein positivo à direita. Com base nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir.
Mesmo com sinal de Finkelstein positivo, não se pode afirmar que Maria tem diagnóstico de tendinite de Quervain.