Nas últimas décadas, a maioria dos Bancos Centrais abandonou a execução da política monetária de forma discricionária e passou a manejá-la através de regras estritas de fixação da taxa de juros nominal básica de curto prazo (denominada *policy rate*). A equação seguinte expressa a regra de Taylor, a mais conhecida regra de política monetária, utilizada por diversos Bancos Centrais que perseguem metas de inflação, explícitas ou implícitas, na atualidade:
em que i é a taxa de juros nominal básica de curto prazo, fixada pelo Banco Central;
r\* é a taxa de juros real neutra;
Y é o PIB real efetivo;
Y\* é o PIB real potencial (de pleno-emprego);
aos objetivos de alcançar a meta de inflação e de atingir o pleno-emprego, respectivamente;
e os subscritos t são o período de tempo (anual).
Considere um Banco Central que maneje a política monetária, de acordo, estritamente, com a regra de Taylor, conferindo pesos iguais aos objetivos de manter a estabilidade de preços e de atingir o pleno-emprego, ou seja,
a taxa de juros nominal básica de curto prazo i, o Conselho de Política Monetária (Copom) desse Banco Central baseie-se nos seguintes indicadores:
r\* = 4%
Na hipótese de que o hiato do produto seja igual a zero e o Banco Central se oriente pela regra de Taylor, o Copom deverá fixar a taxa nominal básica de juros de curto prazo i, de tal sorte que essa mesma taxa, em termos reais (isto é, a taxa de juros real básica de curto prazo, *ex post*), seja
Status: valida.
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