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Grande/MS
Campo Grande, desde os seus primórdios, foi pensada e projetada para ser uma cidade moderna. Essa modernidade é observada desde os primeiros planos de ordenamento urbano, nos quais se verifica uma preocupação com a locomoção, a disposição das quadras, do arruamento, das áreas verdes, das áreas de várzeas e de uma série de regulamentos e diretrizes que norteavam, e ainda norteiam, as ações humanas como o uso e a ocupação do solo urbano. No entanto, apesar desses regulamentos e dessa ideia de modernidade, a cidade cresceu expandindo-se por todos os lados e ocupando áreas antes proibidas. Várzeas foram loteadas, córregos canalizados, áreas verdes desmatadas, tudo em nome do progresso e de um tipo de modernidade que fecha os olhos para as bases naturais em que a cidade está inserida e sobre a qual ela se sustenta. O resultado desse processo são os vários impactos negativos que afetam toda a população à custa de vidas destruídas, perdas financeiras e ambientais.
Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/. Acesso em: 29 ago. 2021, com adaptações.
Em “No entanto, apesar desses regulamentos e dessa ideia de modernidade, a cidade cresceu expandindo-se por todos os lados e ocupando áreas antes proibidas.” (linhas de 9 a 11), o uso da vírgula