De acordo com Libâneo, Oliveira e Toschi (2010), “as pesquisas sobre avaliação, no Brasil, tiveram início em 1930, e, desde aquela época até hoje, são identificados dois marcos interpretativos de avaliação. No primeiro, que vai de 1930 a 1970, a ênfase recai nos testes padronizados, para a medição das habilidades e aptidões dos alunos, tendo em vista a eficiência, a neutralidade e a objetividade nos instrumentos de avaliação. A partir da década de 1980, emergiu um modelo avaliatório que leva em conta as questões de poder e de conflito no currículo e que questiona sobre o que e para que se avalia. Tal con cepção põe em evidência as implicações sociais e educacionais do rendimento escolar.” Os autores analisam que “as avaliações nacionais em curso na política educacional brasileira – Saeb, Enem e Provão – desconsideram esse último modelo de compreensão da avaliação e se mantêm no anterior”, pautado na aplicação de testes para medição do rendimento dos alunos, no controle dos resultados pelo Estado e na
Questão 35 – Educação – VUNESP 2018 – Prefeitura Municipal de Guararapes (Diretor de Escola de Ensino Fundamental)
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